E com isto tudo, já esquecia, como sempre, o busílis do post de hoje. E já agora creio que esta semana, os não leitores desta tarimba, tenham andado (muito) satisfeitos pela minha pouca produção blogueira. Acontece.
Mas regressemos, de uma vez por todas, ao dito que é espumante, que é do Douro, que veio de território paterno (sim, tenho genes transmontanos) e feito, segundo o rótulo, exclusivamente com Códega do Larinho.
Espumante limpo, cristalino de aptidão gastronómica, enriquecido por alguma rusticidade. Vinho para comida dura, servida em travessa de alumínio. Ai que os gourmet's, habituados a comer em e com peças requintadas, detestam tais instrumentos.
3 comentários:
acho que vale a pena explorar esta casta... acho muito bom o vinhas velhas branco do castelo d'alba
Só de Codega? deve ser óptimo, ao menos é diferente...
Para mim, uma novidade. Conheço a muito a terra e COOP.
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