quarta-feira, Janeiro 09, 2013

Magnum: Quinta da Fata

A magnitude da garrafa coincide com a grandeza do vinho. E isto chegava para descrever e partilhar a dimensão do vinho. O resto será ou seria, com toda a certeza, desnecessário.


Relembro a descoberta bem acidental, e já lá vão alguns anos,  dos vinhos da Quinta da Fata. Nome que, na altura, era-me completamente desconhecido. Coincide, temporalmente, com redescoberta do Dão e com a vontade procurar novos conceitos, novas abordagens.

 


Ao fim ao cabo, este vinho foi vinho (muito) sério, duro e, por vezes, intransigente, de discurso denso. Um vinho que durou noite e madrugada fora. Foi consensual? Não, claro que não. Mas ainda bem. Mais bebi, mais ficou para mim.

Post Scriptum: O Vinho foi oferecido pelo Produtor.

4 comentários:

sinnercitizen disse...

epá, isto é para malta valente! Quinta da Fata é bom, em Magnum deve estar ainda melhor. Ainda mais com 8 aninhos...

tenho mesmo de fazer um tour pelo Dão, tenho de ir está visto, que estas coisas não se arranjam na margem sul do Tejo...

Pingus Vinicus disse...

As versões magnum são variante difícil ou quase impossível de encontrar no retalho normal.

Mas é possível encontrar Quinta da Fata "normal" nos Intermarché.

Abraço

Pingus Vinicus disse...

Fazendo auto comentário, acredito que este post serve apenas propósitos pessoais de exibicionismo :)

Anónimo disse...

é favor continuar! :-)

João Craveiro Lopes