quinta-feira, junho 07, 2012

Pouco Comum

Prefácio

Há quem goste de estar como está. Há quem goste seguir um caminho sem curvas, há quem goste de dogmas. Há quem gosta de acreditar que o mundo não mudou. Há quem deteste divergências.

Se há rótulos que chamam pela atenção, devido à imagem, ao layout, à combinação de cores, de formato, de imagens, outros quiçá prendem pela combinação mais ou menos usual de palavras, como é o caso deste Vinho Branco, de Alvarinho, do Minho: Pouco Comum.


Agarrar na conjugação Pouco Comum, terá por certo algum motivo ou motivação. Por que é diferente? Porque está para além do habitual? Ou por que simplesmente, e é razão que baste, achou-se graça à dita articulação.
Reorientando a narrativa para o enfoque, o vinho, apraz dizer que este Alvarinho, e pegando nas palavras do Amândio, está belo para o tempo de canícula. Fresco, com alguma finura de trato e de fácil empatia. Como se costuma dizer: Porreiro!


E, apesar dos eventuais atributos, que tem, fico sem saber a causa efectiva para a ligação entre os adjectivos Pouco e Comum. Mas tirando esta meada, que se beba!

Post Scriptum: O vinho foi oferecido pelo Produtor.

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