quarta-feira, Junho 08, 2011

NyaKas Budai Chardonnay

Pergunto secretamente, e por diversas vezes, qual a utilidade de um post sobre vinho, ou vinhos, que apenas 0,00000000.... conhece e que somente 0,0000000000000000 .... vai, eventualmente, conhecer? Ou comprar...? Qual o efectivo interesse para a i-enofilia? Mostrar aos concorrentes a largura dos horizontes de cada um?

O vinho de hoje, da colheita de 2009, tal como estes e outros que andam por aqui, cumpre na totalidade, o preceito físico da sua quase não existência. São produtos, diria, quase metafísicos, destinados meramente a meditações íntimas, servindo, apenas, para potenciar o ego. O meu é maior que o teu

Fico-me, por isso, pelo uso de simples conjugações, inócuas, como: Não achei graça ao dito, pareceu-me um branco normativo, empanchado de mel. Se o virem, comprem outro. Se, no entanto, quiserem impressionar os amigos com algo exótico, também magiar, impronunciável, não hesitem.

2 comentários:

João de Carvalho disse...

Não te ofendes se eu disser, epa andas a beber umas merdas

Pingus Vinicus disse...

Olha, vou-te responder. Acho que sou é esquisito. E nunca ouviste dizer que quem não sabe é como quem não vê. Mas atenção que os PANNONHALMI APÁTSÁGI Hemina e Pinot Noir são, são mesmo, muito interessantes. Agora este não curti e, provado em conjunto, fui o mais castigador.
Mas já agora, e espero que não te ofendas :), o ponto de discusssão do post não era se gostei ou não do vinho ;)