segunda-feira, junho 13, 2011

Chambertin

Naturalmente não haverá qualquer nota de prova, textinho, tratado ou bula eno-blogger.  Seria secante e árido, como a maior parte das vezes, e nada esclarecedor, como sempre. 
Rodeado de pensamentos sem sentido, de perguntas sem resposta, a olhar para caminhos sem fim, lembrei-me que se tivesse a carteira bem abastada, beberia disto.

Naturalmente a vida rir-se-ia bastante e não faltariam clichés e homilias carregadas de simbolos enófilos, vazias é certo. Basicamente a mente soltar-se-ia e acalmaria o turbilhão, a desorganização que percorre de alto a baixo o íntimo.

Infelizmente, fico-me pela grata recordação de ter provado, em Nápoles, umas meras gotas, mas lascívas, de Chambertin. E, porra, felizes daqueles que vivem cheios de certezas.

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