É uma relíquia. Coisa que não conhecia. Um vinho branco, alentejano, datado de 1937. Basicamente uma curiosidade. O vinho, em si, é procedente de uma zona alentejana, Alcáçovas, sem grandes tradições, que eu saiba, na feitura de vinho. Só por este facto, merece alguma atenção por parte dos enófilos.
O líquido, esse, mantinha-se na garrafa, não foi provado. Eventualmente, seria uma experiência desoladora, capaz de quebrar, com demasiada facilidade, o simbolismo do objecto, reduzindo-o meramente a algo sem vida, sem cor, sem cheiro e sem interesse. Manteve-se, por isso, fechado, para que o misticismo perdure pelo tempo. Fica a foto.

4 comentários:
Eu tenho uma garrafa dessas mas de 1934. Tenho dúvidas se o nectar está bom para consumir.
Já agora porque será que essa região do alentejo não terá tradições no vinho?
RV
De facto tb tenho dúvidas que esta de 1937 esteja em condições para ser consumida. O líquido continua lá dentro, como referi no post, e não foi consumido. Mas não deixa de ser uma curiosidade.
Sobre a região, que conheço razoavelmente bem (a família da minha mulher é de lá), não tem, efectivamente, muitas tradições no vinho. Razões? Sou franco, não sei.
Mas é curioso, não muito longe, em Vila Nova da Baronia, existe um produtor ja com algumas referências: Herdade das Barras. Conhece?
boa tarde.o que aconcelharia para acompanhar pezinhos de coentrada?espumante tinto?espumante arinto?tinto 100% syrah:/ estou na dúvida entre estas 4 hipóteses.. :/ excelente blog :)sucesso para o futuro!
Boa! Nunca pensei. Talvez o espumante branco, com acidez, seja o mais indicado.
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