quinta-feira, maio 28, 2009

Quinta da Alorna (Ribatejo) Arinto&Chardonnay Reserva 2008

Faz parte dos passeios de Domingo ir comer algures pelo Ribatejo. Faz parte, também, da tradição passar pela Quinta da Alorna e trazer alguns vinhos. Principalmente brancos.
Este Reserva feito com Arinto (que fermenta em cubas) e Chardonnay (que fermenta em barricas novas de carvalho francês) lança fruta gorda (agora que descobri esta, não quero outra coisa) mas encharcada pela água. Melão e meloa, maçã e pêra. Percebia-se que a erva, ou relva (dependendo do ponto de vista), marcava presença. Aliás, saudei os ares vegetais que iram circulando pela cara.
A madeira está suave. Não revelou qualquer ensejo para dominar a trupe. Deu-lhe, acima de tudo, um pouco de untuosidade e de gordura. Apenas deixava no ar meia dúzia de sensações a mel, a frutos secos e a chocolate branco ou a outra coisa qualquer. Junta-se mais um pouco de anis (pareceu-me) e já está.
Um conjunto de aromas leves, de fácil empatia e adequados ao calor
.
O sabor era jovial. Sem grandes modas, via-se que dava prazer. Tudo certo e sem desvios. Sentiam-se, e ainda bem, algumas sensações citrinas, com domínio para a laranja e a tangerina (Estarei novamente a inventar?). O final trazia agarrado a si um misto de frutos secos.
Um vinho que vale pelo equilíbrio, que vale pela coerência que tem. Uma combinação feliz entre duas castas. Uma de cá, outra de lá. É certamente um branco para ser desfrutado jovem, muito jovem. Nota Pessoal: 15,5

segunda-feira, maio 25, 2009

Provocações Enófilas (Parte II)

Coisa soltas, sem lógica e sem coerência. Apenas para encher mais um dia. Quiçá para espicaçar as hostes que andam dormentes. Olho para isto e parece-me que ninguém anda com disposição para pegar nas lâminas e ir para o campo de batalha. As tribos andam entretidas com as suas culturas. Não haverá, pelo menos, um torneio algures?

No Fórum da Revista de Vinhos andam de volta dos descritores aromáticos e da apetência que alguns têm para imaginar em demasia. Eles, agora, defendem que os textos devem ser austeros, secos e precisos. Gostava, no entanto, de saber como se consegue ser preciso num acto tão subjectivo. De qualquer modo, será que aquilo que cheiramos é mesmo verdade ou é, meramente, sugestão ou imaginação (no meu caso é 90%)?

No Fórum da Nova Crítica, tirando os eventos que vão realizando, não vejo muito tráfego.

Ainda damos importância aos Guias e aos Críticos? Eles ainda interessam (para nós)? Ou apenas conseguem apanhar os desprevenidos? Se a crise dura muito, já estou a imaginar Guias cheios de RQP...

Por falar em críticos. Quantos temos? Quem são eles? Temos apenas João Paulo Martins e Rui Falcão?

Parece-me que as classificações da Revista de Vinhos andam outra vez lá pelo alto. Será que estão ajudar os produtores a vencer a crise? Se assim for, parece-me bem.

A Hora de Baco tem colaboração de Aníbal Coutinho. Já repararam nisso? Os vinhos provados no programa serão coincidentes com aqueles que surgem no Guia de Aníbal Coutinho? Gostava de ver isso esclarecido.

E as outras revistas ainda existem? O que elas contam?

Que se passa com o Blog do Rui Falcão? Será que ficou farto?

A título pessoal tenho reparado num aumento de comentários anónimos. Apesar de ser um fenómeno cíclico, não deixa de ser curioso. Mas quem anda à chuva, molha-se!

E mais novidades? Um gajo bem vasculha mas acaba por adormecer. Que apatia.

Post Scriptum: Saúdo o regresso do Pumadas. Tenho apreciado, e muito, as palavras de Luís Ramos Lopes no Fórum da Revista de Vinhos. Vou, com pena, desligar o link para o Vinho a Copo.

UpGrade: Entretanto Rui Falcão voltou ao seu blog.

domingo, maio 24, 2009

Esporão (Alentejo) Branco Reserva 2008

Também no Esporão Reserva Branco as mudanças de imagem são visíveis. Tudo está mais moderno, mais século XXI. Ao contrário do Vinha de Defesa, gostei do seu aspecto. Para já estamos empatados.
A fruta vinha bem metida na madeira. As variedades surgiam bem misturadas. Roliças.
Correndo o risco de ser incongruente, mais uma vez, gostei da gordura que tinha. Nos tempos que correm, dizer isto será certamente um atentado à elegância. Mas que se lixe! Não enjoava. O carvalho surgia no ar através dos fumados, dos frutos secos, do fio de mel que foi percorrendo o aroma (e depois o sabor).
Julguei-o mais vivo, mais mexido que em colheitas anteriores. O toque vegetal, bem presente, ajudou e muito. Senti coisas interessantes. Feno, erva, restolho. Depois, mas bem depois, um leve rasgo mineral aparecia, de vez em quando, pelo focinho. Com o mercúrio a subir, reparei que os 14% de graduação alcoólica davam sinal.
O sabor tinha amplitude. Tinha boas sensações. Frutadas, secas, meladas e vegetais. Coeso e gordo. A acidez (independentemente da forma como foi colocada) ajudou, e muito, a tornar fresco o que entrava pela boca a dentro (fora do contexto parece que falo de outro assunto qualquer).
Andei afastado deste Reserva durante muito tempo. Por uma razão ou por outra havia sempre alguma coisa que não apreciava. Agora, e já com o copo vazio, reparei que tinha feito as pazes. É vinho para um valente bacalhau, para uma típica refeição portuguesa farta e relaxante. O peso que tem é ideal para comida musculada. Acompanha, também, uma lareira acesa. Nota Pessoal: 16

Post Scriptum: Vinho enviado pelo Produtor.

Post Post Scriptum: O rótulo é da autoria do artista plástico Pedro Croft. Segundo o comunicado à imprensa, o artista inspirou-se na complexidade de aromas, sabores e cores que diferenciam o vinho Esporão Reserva.

terça-feira, maio 19, 2009

Quinta da Pellada (Dão) Baga Colheita 2000

Quem o levou para a mesa disse, em plenário do Núcleo Duro, que este Baga de Álvaro Castro era proveniente de um engarrafamento diferente (falou-se de um mês de Abril). As palavras soltas quase que transpiravam a segredo. A botelha tinha sido facultada meio às escondidas. Esta, segundo consta, não tem qualquer semelhança com as outras. Continuo, no entanto, por descortinar as presumíveis vantagens que existiram em realizar diferentes enchimentos.
Este engarrafamento revelou-se fresco do início ao fim. Por cada gota e por cada gole a Natureza ia fazendo das suas. Mato, árvores, arbustos. Húmido. Arriscaria dizer que estava levemente molhado. Eventualmente, mais um exagero. E apesar de reconhecer o facto, não consegui sair deste imbróglio. Por voltas e mais voltas que dei com o copo acabava (quase sempre) no mesmo lugar. Pedra escorrida e fruta (ainda suculenta).
Um pequeno toque a chocolate de leite ou outra coisa qualquer fez o aconchego final.
Sabores balsâmicos e elegantes. Corpo agradável, bem vestido. Ausente de gorduras e com fato limpo (Esta é nova!). Dominam, mais uma vez, as sensações, as imagens do campo. A acidez e os taninos estavam finos, mas a indiciar que o vinho não ganharia (mais) em continuar fechado. Se tivesse tido um pouco mais de presença (Só um pouco mais). Nota Pessoal: 16,5

Post Scriptum:
No rótulo não vi diferenças. Possui, também, aquela etiqueta que era colada por cima da base.

sexta-feira, maio 15, 2009

Peter Lehmann Stonewell Barossa Shiraz 1995

O seu comportamento era caracterizado pela provocação. Teve a lata de espicaçar os sentidos, levando a imaginar as coisas mais díspares. O mais absurdo é que nunca levantou a voz, não mostrou decotes. Muito afectuoso.
A especiaria (cravinho?, pimenta?, coentro seco?, canela?) e o chá (de tília?, de lúcia lima?) davam-lhe um ar muito exótico. Decididamente não era de cá. As pistas largadas, indiciavam sugestões longínquas.
Caixa de rebuçados foi aberta e lentamente fogem de lá aromas doces. Caramelo e alcaçuz (ou coisa parecida). Provavelmente erva doce. O mais certo é ter confundido tudo.
Alguma madeira envernizada. A presença de um circunspecto lado mineral e balsâmico proporcionou-lhe frescura e aumentou a sua complexidade (que era grande).
A fruta vinha embebida pelo licor de anis (que foi adormecendo a mona). A loucura saltou-se e nunca mais tomei atenção ao que saía do copo. Era cheirar, farejar quase sem regras.
Deu a entender que, a dada altura, tudo era permitido.
Na boca, tal como no nariz, sensual e tentador. Longo, envolvente e guloso. Mas sempre num registo equilibrado e aprumado. Desde a entrada até à saída, ele manteve-se gracioso, com a especiaria, e o floral, a sentir-se por todos os cantos. Nota Pessoal: 17,5

Post Scriptum: É assumidamente uma paixão. Às cegas ou às claras, gosto sempre dele.

terça-feira, maio 12, 2009

Cortes de Cima (Alentejo) Aragonez Colheita 2004

Não sou um consumidor assíduo dos vinhos deste produtor alentejano. Na realidade, apenas 2 ou 3 caíram no meu copo. Nunca tive muita inclinação para gastar alguns euros com eles. No entanto, percebo a razão porque são consumidos em larga escala e a facilidade com que são aceites lá fora. A receita foi bem estudada e é aplicada com sucesso. Os consumidores sabem ao que vão quando abrem uma garrafa de Cortes de Cima. Sabem que é um produto constante, de fácil empatia e resultado quase garantido. Estou a descontar, neste momento, os gostos pessoais (que não andam por estes lados).


Passados alguns meses, desde que comprei e bebi o último vinho, arrisquei, com o Aragonez.
Aroma de fruta doce. Amoras, framboesa e morango maduro. Limpo, moderno e suave. A madeira surgiu num registo correcto. Enriqueceu o vinho, dando-lhe um pouco mais de tempero e evitando, deste modo, uma entrada antecipada naquela rota monótona. Café e tosta. Um pouco de chocolate com leite (pouco carregado). Tudo sem arestas, sem esquinas, redondo.

Bebe-se bem e ele escorre pela garganta sem quase se notar. Pessoalmente gostaria que ele tivesse mais tanino e mais acidez. Mas tem tudo o que o consumidor pretende.
Parece-me que possui um preço algo desajustado (chega a custar quase 15€ em alguns sítios) e necessita, urgentemente, de ser bebido (provavelmente não valerá a pena guardá-lo por mais tempo). Nota Pessoal: 14,5

domingo, maio 10, 2009

Muros Antigos Alvarinho 2008

Os cheiros eram maduros. A fruta apresentou-se com força. A mistura de cheiros ia desde a banana, o ananás, a pêra, a maçã, a manga, mais a laranja, a tangerina e o limão. O entrar e sair de frutas, era relativamente intenso e o limite quase que ficava na imaginação.

Surgiu no horizonte (não é a primeira vez que acontece) um curioso toque cerealífero que meteu o nariz no meio do pão. Flores de cor tendencialmente amarela intensificavam a presumível doçura do vinho. Algum mel fresco. Aqui e além um pouco de relva fresca e de mineral. Mas com uma veemência aquém da desejada por mim.
O sabor estavam atestado de fruta madura. Corpo com bom prolongamento. Bem envolvido, bem misturado, redondo e capaz de aguentar com pratos mais substanciais, mas a pedir mais acidez. Curiosamente, houve momentos (de alguma) monotonia que agudizaram com o aumento da temperatura.
Um alvarinho com um comportamento pouco mineral, menos vegetal e menos crocante. Um estilo cheio.
Fiquei (algo) confuso com a perfomance do vinho. A ideia que tinha dele era outra. De qualquer modo um belo vinho branco.
Nota Pessoal: 15

sábado, maio 09, 2009

Produtores que ofereceram vinho

Aqui vão ficar sempre disponíveis os nomes dos Produtores que ofereceram, directamente ou indirectamentevinhos ao Pingus Vinicus.

Vinho Verde/Alvarinho

Casa de Canhotos
GR Consultores
Quinta da Lixa
Tapada dos Monges

Douro
Caves Transmontanas - Vértice
Sociedade Agrícola da Casa d’Arrochella - Grandes Quintas
Dona Matilde
Duorum (João Portugal Ramos & José Maria Soares Franco)
Enoport Caves Velhas
Niepoort
Quanta Terra
Quinta da Covada
Quinta das Bajancas
Quinta do Portal
Quinta do Soque
Quinta do Torgal
The Fladgate Partnership
VDS - Vinhos Douro Superior

Dão/Beiras
Casa da Passarela
Casa de Saima (Beiras/Bairrada)
Dão Sul
Monte Aljão
Pedra Cancela
Quinta da Bica
Quinta da Boavista (Terra de Tavares)
Quinta da Espinhosa
Quinta da Fata
Quinta da Ponte Pedrinha
Quinta das Marias
Quinta de Nespereira
Quinta de Santo António do Serrado - Barão de Nelas
Quinta do Corujão
Quinta do Escudial
Quinta do Gonçalvinho
Quinta do Perdigão
Quinta dos Carvalhais
Quinta dos Roques/Quinta das Maias
Quinta Mendes Pereira
Sociedade Agrícola Casa Aranda
Quinta dos Barreiros - Gravato (Beira Interior)
Horta de Gonçalpares - RAYA (Beira Interior)

Tejo/Lisboa/Bucelas/Colares
Adega Mãe
Casca Wines
Casal Figueira
Enoport Caves Velhas (Bucelas)
Fiuza
Quinta do Gradil
Quinta da Murta (Bucelas)
Quinta das Carrafouchas
Quinta de Alorna
Vale D'Algares

Alentejo/Algarve/Terras do Sado - Palmela
Adega Cooperativa de Borba
Adega Cooperativa de Portalegre
Adega Mayor

Altas Quintas
Casa Ermelinda Freitas (Terras do Sado/Palmela)
Finagra
Fundação Abreu Callado
Herdade de São Miguel
Herdade dos Grous
João Portugal Ramos
José Maria da Fonseca (Setúbal/Terras do Sado/Palmela)
Lima Mayer

Quinta do Quetzal
Quinta do Francês (Algarve)
Monte da Ravasqueira

Madeira
Adega de São Vicente - Paixão do Vinho (Rui Reguinga/Francisco Albuquerque)

Post Scriptum: Actualizado a 17 de Agosto de 2013.

quinta-feira, maio 07, 2009

Divulgação dos produtores que ofereceram vinho

Passados 3 anos (a efeméride foi algures no mês de Abril. Ainda estou para receber o telefonema do Primeiro Ministro! Aliás todos os bloguistas deviam receber uma condecoração no próximo dia 10 de Junho), tenho a necessidade de colocar publicamente o nome dos produtores que ofereceram (directa ou indirectamente) vinho (não gosto da expressão amostra, porque efectivamente foram ofertas. Só os críticos recebem amostras). Fico, desde modo, com a consciência mais aliviada (ou não).


GR Consultores (Vinho Verde)
Casa de Canhotos (Alvarinho)

Dona Matilde (Douro)
Quinta das Bajancas (Douro)
Quinta do Soque (Douro)

Monte Aljão (Dão)
Quinta da Fata (Dão)
Quinta das Marias (Dão)
Quinta do Corujão (Dão)

Altas Quintas (Alentejo)
Finagra (Alentejo)
Lima Mayer (Alentejo)
Quinta do Quetzal (Alentejo)


E espero não ter esquecido mais nenhum. Se houve esquecimentos, são facilmente descobertos.
O resto veio do dinheiro saído do meu bolso, de apresentações, de painéis, de garrafeiras alheias, da sorte.

Post Scriptum: Produtores com vinhos provados e avaliados pelo apertadíssimo crivo do Pingus Vinicus.

quarta-feira, maio 06, 2009

Casa de Canhotos Alvarinho 2008

Com muito aroma, cheio de cheiros a fruta. Fruta de vários estilos e proveniências. À escolha. Aparentemente não pareceu haver domínio de alguém. Ananás, ameixa branca, mangas, maçã verde e pêra. Tudo bem envolvido e regado pelo limão e pela lima.
O vegetal está bem presente. É assumidamente um odor que gosto. Folha de figueira, folha de tomateiro e umas folhas de hortelã. Erva e arbustos (orvalhados). E acreditem que era capaz de apanhar mais qualquer coisa. Mas não posso que agora não é moda.
Tal como na versão de 2007, o mineral comparece à chamada. Complexa o vinho tornando-o crocante, estaladiço. Aquele cheiro a pedra molhada, a calhau.
Na boca, os sabores eram frescos e animados. Sentia-se energia. Revelou nervo e boa amplitude de sensações. A fruta, vegetal e o mineral estão bem misturados. Surgem como um bloco untuoso e saboroso. O final servia, meramente, para puxar por mais um gole.
Olhando para o que escrevi no passado, reparo que existem muitos paralelos entre as versões de 2007 e 2008. Ainda bem. Por 5€ pedir mais seria um abuso. É um alvarinho juvenil, perfumado e (muito) agradável Nota Pessoal: 16

Post Scriptum: Vinho enviado pelo Produtor.

domingo, maio 03, 2009

Vinha da Defesa (Alentejo) Branco Colheita 2008

Nova roupagem. Um rótulo todo estilizado. Não gostei.

Este vinho branco do Esporão surgiu no copo meio morno, meio tristonho no nariz. Não pareceu ser, particularmente, exuberante. Os aromas e cheiros pareceram-me um pouco presos. Juventude em excesso? Fala-se, por vários lados e bem, da presumível pressa que existe para lançar no mercado alguns vinhos brancos e dos possíveis prejuízos que podem emergir (sem necessidade).
De qualquer modo, era perceptível a fruta madura (o contra-rótulo fala de pêssegos e mangas). Fruta que dominava o conjunto. O resto era tirado a ferros, a muito custo. Faltava-lhe aquela dose de vegetal, precisava de mais limão, de muita lima. Assumidamente estava à espera de algo com mais nervo, com muito mais energia, mais crocante (adoro dizer isto).

O sabor era cordato, mas a roçar uma perigosa mediania. Mais uma vez, não senti energia, vigor. A acidez (que não deixa de ser curioso) esforçava-se desalmadamente para que a coisa corresse de modo diferente. Um branco sem erros, mas a precisar de mais qualquer coisa.
Não será escolha principal para os dias de calor. Pelo preço que custa, existem nas prateleiras outras opções mais bem esgalhadas. De qualquer modo, lá mais para a frente farei outra investida. Nota Pessoal: 13,5

Post Scriptum:
Vinho enviado pelo Produtor.