Irei escrever à toa, sem qualquer objectivo preciso. Irei colocar palavras aqui e acolá para ir enchendo o caderno de pauta, tal moçoilo na escola primária. Vou enchendo as linhas, com palavras e mais palavras até encontrar assunto que valha a pena aprofundar. E enquanto não surge nada de fulcral interesse, bota-se mais uma palavra. É a chatice de ser sócio único e administrador executivo de um presumível blog de vinhos. Tais funções vedam, muitas vezes a capacidade de mudar assunto. Tornando-se, em alguns momentos, castrador e bloqueador da produção criativa.
Mas o que tem que ser, tem que ser. Que se diga, então, qualquer coisa, sobre o vinho: é vinho branco, da Beira Interior (Pinhel), com vincada personalidade, com corpo largo, com estrutura ampla, que surpreendeu, que fez franzir o sobrolho em jeito de aprovação.















































